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<title><![CDATA[São Paulo que ninguém vê.]]></title> 
<link>http://odval.fotoblog.uol.com.br</link>
<description><![CDATA[Desenhos - Pinturas - Grafite - Caneta Bic, um diário dos meus desenhos e textos.]]></description> 
<language>pt-br</language> 



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<title><![CDATA[O Fotoblog São Paulo que ninguém vê. tem foto nova para você ver - Autor(Pastorelli)]]></title>

<link>http://odval.fotoblog.uol.com.br/photo20110608105704.html</link>
<description><![CDATA[Caros amigos companheiros de longa jornada, estou aqui para comunicar à vocês que SÃO PAULO QUE NINGUÉM VÊ mudou de casa, a partir de hoje ele estará hospedado em:
<br>
<br>http://saopauloqueninguemve.blogspot.com/
<br>
<br>portanto espero a visita de vocês na nova casa que serão bem recebidos.
<br>
<br>Abraço e felicidades a todos.
<br>
<br>Pastorelli]]></description>
<pubDate>Wed, 08 Jun 2011 13:57:04 -0300</pubDate>
</item>

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<title><![CDATA[Flor... - Autor(Pastorelli)]]></title>

<link>http://odval.fotoblog.uol.com.br/photo20110608095434.html</link>
<description><![CDATA[<br>O sol na orla do meio dia reflete sombras que realçam a concretude avenida onde os passos em ouvidos surdos no alarido existente em cada vida ressoam tua saudade nunca esquecida.
<br>Em diversas direções partem-se brilhos metálicos refletido em clichês de cartazes vendendo sorrisos e felicidades ao tilintar das caixas registradores dos supermercados e butiques especializadas em falsidades.
<br>A fome se vende e se institucionaliza como artefatos hippies expostas nas calçadas em feiras popularizadas como diversões semanais.
<br>Entre sombras, butiques, supermercados e feiras, eu trafego a esperança fugidia de encontrar o amor algum dia.
<br>Como dizem os especialistas: "o mundo é pequeno, e tudo é possível. O impossível é mulher mijar na parede e Deus pecar".
<br>
<br>17.08.04
<br>pastorelli
<br>]]></description>
<pubDate>Wed, 08 Jun 2011 12:54:34 -0300</pubDate>
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<title><![CDATA[Flor... - Autor(Pastorelli)]]></title>

<link>http://odval.fotoblog.uol.com.br/photo20110607101823.html</link>
<description><![CDATA[<br>O silencio se faz presente
<br> 
<br>O silencio se faz presente na manhã onde os mudos versos se igualam ao desejo de serem lidos e apreciados.
<br>As palavras apesar de sua característica serem silenciosa elas trazem na pele a suavidade da voz que não pode ser calada.
<br>Assim como o corpo esse vadio voraz desejoso de falar em movimentos expressivos às vezes até meio atroz.
<br>Que se umedece de encantos embriaga de perfume inebria os sentidos deixando-nos perdidos pela vida como seixos rolando na praia deserta.
<br>O que não muda nada além do nada e que sempre trazemos no aconchego do peito cujo vento ora suave ora violento nos faz encolher medrosos de nós mesmos.
<br>Gélidas lágrimas escorrem pela face empobrecida de sentimentos se escurece no profundo poço da garganta escondendo o grito de não ser feliz.
<br>
<br>02.02.04
<br>pastorelli
<br>]]></description>
<pubDate>Tue, 07 Jun 2011 13:18:23 -0300</pubDate>
</item>

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<title><![CDATA[Flor... - Autor(Pastorelli)]]></title>

<link>http://odval.fotoblog.uol.com.br/photo20110606090636.html</link>
<description><![CDATA[<br>.. o que somos? grande pergunta, o que somos, somos um monte de ossos, carne, veia, músculo, sangue, liquido, um espermatozóide evoluído, que só sabe fazer besteira, assassinando a terra, viemos do pó e ao pó voltaremos, máxima que não acredito, viemos talvez do macaco, esse animal estranho, esquisito, simiesco e animalesco, não acredito que algo abstrato criou um boneco de barro e soprou nele o alento da vida, isso é tudo criação humana para controlar a humanidade fraca, desprotegida, medrosa, assustada com os fenômenos da natureza, nosso destino é o o buraco, a terra, de uma maneira ou de outra nosso destino é ser alimento aos vermes que vivem embaixo da terra, ser comido lentamente por milhões de boca te devorando pedaço pó pedaço até desaparecemos por completo, até da mente dos que dizem nos amar, pode ser rico, pobre, mendigo, inteligente, intelectual, ladrão, político, mulher, homem, arrogante, desprezível, hetero, bi, homo, chato, todos sem exceção tem como destino, a terra, o buraco,  o que somos, somos um bando de deficientes não físicos, mas deficientes morais, não rastejamos mas somos uns répteis da pior espécie, ganancioso, individualista, mal intencionado, burro apesar de todo o estudo, e... bem é isso...
<br>
<br>02.12.04
<br>pastorelli
<br>]]></description>
<pubDate>Mon, 06 Jun 2011 12:06:36 -0300</pubDate>
</item>

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<title><![CDATA[Flor... - Autor(Pastorelli)]]></title>

<link>http://odval.fotoblog.uol.com.br/photo20110605095518.html</link>
<description><![CDATA[<br>O nada me acolhe na voz do tenor explodindo o nada além de ouvi-lo dentro desse sol que não é escaldante por ser inverno.
<br>E o som da máquina de lavar roupa me diz que ela faz o serviço e que agora vem o meu serviço, pendurar a roupa para aproveitar esse sol que não é escaldante por ser inverno.
<br>E esse fazer o serviço me levará por não ter mais os teus olhos para eu olhar e beijar nesta calma tarde de sol que não é escaldante por ser inverno não aquece como tuas mãos me aqueciam.
<br>Na voz do cantor lírico encontro o vazio dos sons a invadir a sala cujas moléculas de cada objeto explodem em meu peito os momentos imensos que não tivemos como queríamos.
<br>A nossa vida  talvez poderia de certa forma correr melhor, mas você foi se aquecer neste sol que não é escaldante por ser inverno sem me convidar sabendo que onde você estivesse eu queria estar.
<br>Sim, sem você pode até ser melhor meu passo, meus olhos talvez possam ver melhor o que você não deixava, meus beijos podem até ser mais lascivo, pois nunca me beijava com intensidade como esse sol que poderia ser escaldante e que por ser inverno apenas lambe o seio da terra.
<br>As batalhas não vencidas são marcas salpicando a pele de cicatrizes recebidas pelas lanças do amor o qual em você depositei toda a minha confiança.
<br>Ainda não aprendi a conter filtrando a dor desta distância deixada como castigo por amar demais mesmo que o sol que não é escaldante por ser inverno venha queimar de leve minha pele que um dia foi sua.
<br>Mas ainda vou aprender que o vento me leve as dores da saudade para seguir em frente caminhando entre as pedras até terminar a estrada da minha vida, aí então, poderei deitar na estrada à noite e contar sossegadamente as estrelas.
<br>
<br>31.07.04
<br>pastorelli
<br>]]></description>
<pubDate>Sun, 05 Jun 2011 12:55:18 -0300</pubDate>
</item>

<item> 

<title><![CDATA[Flor... - Autor(Pastorelli)]]></title>

<link>http://odval.fotoblog.uol.com.br/photo20110604074426.html</link>
<description><![CDATA[<br>...o mundo se agita violentamente em ondas, maremotos, cataclismos, terremotos, devastações que ocasionam possíveis mudanças no resto do globo, mudanças essas que já vinham lentamente se profetizando em pequenos enigmas para uma visível e para outros escondidos em ações de veladas transparências mais grossa que VELUDO AZUL, e a gritaria terrível se fez ouvir entre a TEMPESTADE, transmitida a cores e ao vivo pela mídia sensacionalista dos vídeos clipes diários cansados dos podres sucessos viabilizando além da poluição sonora a poluição visual, chora lágrimas ardidas os perdidos entre os perdidos em escombros engolidos por águas e ventos arrastando o que encontra pela frente, mas o mundo será refeito, o homem guardará na lembrança assim como guarda os horrores de HIROSHIMA e NAGASAKI e continuara seu caminho, assim ficará marcado na carne esse momento e o mundo continuará vivendo até os confins da vida, por isso amemos a vida intensamente neste instante e não a vida passada e muito menos a vida futura, o que importa é o presente...
<br>
<br>29.12.04
<br>pastorelli
<br>]]></description>
<pubDate>Sat, 04 Jun 2011 10:44:26 -0300</pubDate>
</item>

<item> 

<title><![CDATA[Flor... - Autor(Pastorelli)]]></title>

<link>http://odval.fotoblog.uol.com.br/photo20110603042111.html</link>
<description><![CDATA[<br>... o mundo é fascinante, a vida é deslumbrante, tudo isso dito assim sem rodeio não deixa de ser obvio, mas colocado numa frase, numa sentença, numa poética discrição de algo, numa crônica, num conto, romance ou mesmo poema rimado ou livre, deixa de ser obvio, deixa de ter aquele ranço que já foi dito, de palavra desgastada, nisso é que está a importância do escritor, pegar o obvio e sem que o leitor perceba transformar numa relíquia, numa jóia literária, creio que só os bons conseguem isso, eu mesmo não consigo, se alguma vez alguém tenha percebido nos meus textos fico feliz, mas quero deixar bem claro que foi simplesmente acidental, coincidência de escritor medíocre, que escreve por escrever, por gostar das palavras, do seu som, portanto me perdoem se muitas vezes não consigo essa proeza...
<br>
<br>15.12.04
<br>pastorelli
<br>]]></description>
<pubDate>Fri, 03 Jun 2011 07:21:11 -0300</pubDate>
</item>

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<title><![CDATA[Flor... - Autor(Pastorelli)]]></title>

<link>http://odval.fotoblog.uol.com.br/photo20110602094643.html</link>
<description><![CDATA[<br>O dia começa com a manhã traçando retilineamente meu destino que sem saber em pequenos gestos como exercícios se incorpora ao conjunto que proporcionando como teste a minha figura.
<br>Nesses pequenos exercícios às vezes por me posicionar ora contra ora a favor do vento que escorre pelos dedos da manhã se fixam nas esquinas às dores apreendidas onde me perco em vários sentimentos que aos poucos serão esquecidos.
<br>
<br>16.08.04
<br>pastorelli
<br>]]></description>
<pubDate>Thu, 02 Jun 2011 12:46:43 -0300</pubDate>
</item>

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<title><![CDATA[Flor... - Autor(Pastorelli)]]></title>

<link>http://odval.fotoblog.uol.com.br/photo20110601095746.html</link>
<description><![CDATA[<br>O cheiro do silêncio aromatiza os objetos que se espalha indiferentemente ao som existente em cada matéria.
<br>A música vibra os sons das moléculas, inunda as matérias e enche de consistência festiva iluminando o dia.
<br>
<br>12.08.04
<br>pastorelli
<br>
<br>
<br>]]></description>
<pubDate>Wed, 01 Jun 2011 12:57:46 -0300</pubDate>
</item>

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<title><![CDATA[Flor... - Autor(Pastorelli)]]></title>

<link>http://odval.fotoblog.uol.com.br/photo20110531092737.html</link>
<description><![CDATA[<br>O amor veio e foi embora.
<br>
<br>O amor veio e não me viu. foi embora deixou no ar saudade pintagaldas de estrelas que agora vejo e não acredito.
<br>Veio e rondou os mesmos espaços e respirou o mesmo ar e passeou os mesmos lugares e conseguiu tirar-me o sossego de espírito.
<br>Estava aqui na virada da esquina perto de uma esticada de braço e, não acredito, não me telefonou.
<br>E aqui fiquei à espera sentando ao lado do telefone numa espera angustiosa de lágrima perdida.
<br>
<br>16.02.04
<br>pastorelli
<br>]]></description>
<pubDate>Tue, 31 May 2011 12:27:37 -0300</pubDate>
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